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| Foto Reprodução/Instagram |
sexta-feira, 13 de março de 2026
Cantor Filho do Piseiro ganha o primeiro ônibus de presente da dupla Claudio Ney e Juliana, no Ceará
Ceará vence o Maranhão e garante vaga na quarta fase da Copa do Brasil
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| Foto Felipe Santos / Ceará |
Mega-Sena acumula novamente e prêmio principal fica em R$ 75 milhões
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| Foto Marcelo Camargo/ Agência Brasil |


Chuvas isoladas devem ocorrer no Ceará até este sábado (14), indica Funceme

quarta-feira, 11 de março de 2026
Pesquisa Quaest aponta Lula e Flávio no 2º turno com disputa acirrada
Cenários de 1º turno alternaram os possíveis candidatos do PSD, Ratinho Júnior, Ronaldo Caiado e Eduardo Leite, e do Novo, Romeu Zema
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparecem isolados em todos os cenários do 1º turno, aponta nova pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 11. Os cenários testados alternaram os possíveis candidatos do PSD, Ratinho Júnior, Ronaldo Caiado e Eduardo Leite, e do Novo, Romeu Zema.
A Genial/Quaest entrevistou 2.004 brasileiros em domicílios de 6 a 9 de março. A margem de erro é de dois pontos porcentuais e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05809/2026.
Veja todos os cenários de 1º turno da pesquisa Genial/Quaest:
1º cenário - com Ratinho Jr., sem Caiado e Leite
- Lula (PT): 37% das intenções de voto
- Flávio Bolsonaro (PL): 30%
- Ratinho Júnior (PSD): 7%
- Romeu Zema (Novo): 3%
- Renan Santos (Missão): 1%
- Aldo Rebelo (DC): 1%
- Indecisos: 5%
- Branco/Nulo/Não vai votar: 16%
2º cenário - com Caiado, sem Ratinho Jr. e Leite
- Lula (PT): 39%
- Flávio Bolsonaro (PL): 32%
- Ronaldo Caiado (PSD): 4%
- Romeu Zema (Novo): 2%
- Renan Santos (Missão): 1%
- Aldo Rebelo (DC): 1%
- Indecisos: 5%
- Branco/Nulo/Não vai votar: 16%
3º cenário - com Eduardo Leite, sem Ratinho Jr. e Caiado
- Lula (PT): 36%
- Flávio Bolsonaro (PL): 33%
- Romeu Zema (Novo): 3%
- Eduardo Leite (PSD): 3%
- Renan Santos (Missão): 2%
- Aldo Rebelo (DC): 2%
- Indecisos: 5%
- Branco/Nulo/Não vai votar: 16%
4º cenário - com Ratinho Jr., sem Caiado, Zema e Leite
- Lula (PT): 36%
- Flávio Bolsonaro (PL): 33%
- Ratinho Júnior (PSD): 7%
- Renan Santos (Missão): 2%
- Aldo Rebelo (DC): 2%
- Indecisos: 5%
- Branco/Nulo/Não vai votar: 15%
5º cenário - com Zema, sem Ratinho Jr., Caiado e Leite
- Lula (PT): 37%
- Flávio Bolsonaro (PL): 34%
- Romeu Zema (Novo): 3%
- Renan Santos (Missão): 2%
- Aldo Rebelo (DC): 2%
- Indecisos: 5%
- Branco/Nulo/Não vai votar: 17%
6º cenário - com Caiado, sem Ratinho Jr., Zema e Leite
- Lula (PT): 36%
- Flávio Bolsonaro (PL): 34%
- Ronaldo Caiado (PSD): 4%
- Renan Santos (Missão): 2%
- Aldo Rebelo (DC): 2%
- Indecisos: 5%
- Branco/Nulo/Não vai votar: 17%
7º cenário - com Leite, sem Ratinho Jr., Caiado e Zema
- Lula (PT): 36%
- Flávio Bolsonaro (PL): 35%
- Eduardo Leite (PSD): 3%
- Renan Santos (Missão): 2%
- Aldo Rebelo (DC): 2%
- Indecisos: 5%
- Branco/Nulo/Não vai votar: 17%
Cenários de 2º turno
Lula e Flávio Bolsonaro empatam numericamente na simulação de segundo turno, com 41% das intenções de voto cada um. Nesse cenário, indecisos são 2%, enquanto brancos, nulos ou que não vão votar representam 16%. Nos outros cenários testados, Lula vence os adversários. Confira cada cenário:
Cenário 1 - Lula x Flávio
- Lula (PT): 41%
- Flávio Bolsonaro (PL): 41%
- Indecisos: 2%
- Branco/Nulo/Não vai votar: 16%
Cenário 2 - Lula x Ratinho Júnior
- Lula (PT): 42%
- Ratinho Júnior (PSD): 33%
- Indecisos: 3%
- Branco/Nulo/Não vai votar: 22%
Cenário 3 - Lula x Zema
- Lula (PT): 44%
- Romeu Zema (Novo): 34%
- Indecisos: 3%
- Branco/Nulo/Não vai votar: 19%
Cenário 4 - Lula x Caiado
- Lula (PT): 44%
- Ronaldo Caiado (PSD): 32%
- Indecisos: 3%
- Branco/Nulo/Não vai votar: 21%
Cenário 5 - Lula x Leite
- Lula (PT): 42%
- Eduardo Leite (PSD): 26%
- Indecisos: 3%
- Branco/Nulo/Não vai votar: 29%
Ministro dos Esportes do Irã confirma que seleção não irá participar da Copa do Mundo

A participação do Irã na Copa do Mundo está em xeque. Ahmad Donjamali, ministro dos Esportes do país, garantiu que a seleção iraniana não participará da competição por conta do conflito que acontece no Oriente Médio.
A ida do Irã ao Mundial passou a virar dúvida após a investida norte-americana em ataques aéreos contra o Irã em 28 de fevereiro. O conflito agora envolve outras nações do Oriente Médio.
“Desde que este governo corrupto assassinou nosso líder, não há circunstâncias em que possamos participar da Copa do Mundo”, disse Donjamali.
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump garantiu à Fifa que “o Irã será bem-vindo” para disputar a Copa do Mundo, de acordo com Gianni Infantino, que comanda a entidade.
O Irã tem jogos marcados nos Estados Unidos e está no mesmo grupo que Bélgica, Egito e Nova Zelândia.
Trump disse no início deste mês que “realmente não se importava” se o Irã jogasse na Copa do Mundo, mas o presidente da Fifa, Infantino, insiste que Trump apoia a participação iraniana após uma reunião entre os dois.
“Me encontrei com o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para discutir o andamento dos preparativos para a próxima Copa do Mundo da Fifa e a crescente expectativa, já que faltam apenas 93 dias para o início do torneio”, escreveu Infantino no Instagram.
“Também conversamos sobre a situação atual no Irã e sobre o fato de a seleção iraniana ter se classificado para participar da Copa do Mundo de 2026. Durante as discussões, o presidente Trump reiterou que a seleção iraniana é, obviamente, bem-vinda para competir no torneio nos Estados Unidos”.
O Irã deve disputar todas as três partidas da fase de grupos nos Estados Unidos e pode até enfrentar os coanfitriões na fase de 32 avos de final, caso ambas as equipes terminem em segundo lugar em seus respectivos grupos.
Sequência impressionante de raios ilumina igreja no interior do Ceará
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| Foto: Henrique Sales/Arquivo pessoal |
Cearense desaparecida no Reino Unido teria utilizado barco para se locomover, diz amiga
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| Foto Reprodução/Arquivo pessoal. |
Botafogo é derrotado pelo Barcelona-EQU e está fora da Libertadores
Glorioso faz jogo ruim, pouco produz e não consegue a classificação para a fase de grupos
O sonho do bicampeonato da Libertadores virou um pesadelo. Em um Nilton Santos lotado, o Botafogo viu a esperança se transformar em frustração ao longo de noventa minutos sem inspiração. Com gol de Celiz, logo aos oito minutos de jogo, o Barcelona garantiu a vitória por 1 a 0 e se classificou para a fase de grupos da CONMEBOL Libertadores. Por sua vez, o Botafogo vai para o Pote 4 da Copa Sul-Americana.
Água no chopp
Apesar de toda festa e apoio da torcida na entrada dos times, o Alvinegro viu a noite ganhar contornos dramáticos logo aos oito minutos de jogo. Na primeira descida para o ataque, o Barcelona aproveitou falha do sistema defensivo para sair na frente e trazer um clima de tensão para o Niltão. Celiz acertou um belo chute de fora da área e Leo Linck aceitou. Equatorianos em vantagem e o que era apoio virou apreensão.
Muito suor, pouca inspiração
Atrás no placar e com a tensão de um estádio apreensivo, o Botafogo tentou de tudo para furar a forte retranca equatoriana. O Glorioso tentou pelo chão, pelo alto e de longa distância, mas nada que levasse o mínimo de perigo para o goleiro Contreras. A catimba dos equatorianos passou a entrar em ação e o Botafogo foi entrando na pilha. Tanto se enervou, que pouco fez ofensivamente.
Com tudo para o ataque
Sem tempo a perder, o Botafogo voltou para o segundo tempo completamente mudado por Martín Anselmi. Se no fim do primeiro tempo, o treinador já havia tirado um defensor para colocar um atacante, o cenário se repetiu no intervalo. Anselmi tirou Bastos e colocou Arthur Cabral, dando a tônica do que seria o jogo: um ataque contra defesa. Alex Telles, de falta, e Arthur Cabral, de cabeça, tiveram as melhores oportunidades, mas sem sucesso.
Não deu para o Fogão
Após a parada para hidratação, o que era um ataque contra defesa virou um jogo de pouco mais de 30 metros de campo. Com os 11 jogadores atrás da linha da bola, o Barcelona se fechou de vez, enquanto por outro lado, apenas Léo Linck era um solitário no campo de defesa do Botafogo. As melhores oportunidades vieram pelo alto, principalmente com Arthur Cabral, que fez o goleiro Contreras fazer a única defesa difícil da partida. No fim, uma chuva de cruzamentos para a área dos equatorianos. No entanto, nenhum deles encontrou um atacante botafoguense para empurrar para as redes. Barcelona segue para a fase de grupos, enquanto Botafogo vai para a Sul-Americana.
FONTE TERRA
Classificação de PCC e CV como terroristas abre espaço para interferência de Trump na eleição, aponta especialista
Posição intervencionista de Trump consistente com uma política geral de aprofundamento de formas de intervenção direta na América Latina
A possibilidade dos Estados Unidos classificarem o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas é uma tentativa dos norte-americanos de se engajar na agenda política do Brasil. Isso tem ocorrido há algum tempo em outros países da América, como a Venezuela, Cuba, Colômbia e no México, por exemplo.
Ao ser questionado se Donald Trump quer interferir em nosso território, Maurício Santoro, cientista político, professor de relações internacionais, colaborador do Centro de Estudos Político-Estratégicos da Marinha, aponta que, de certa medida, sim, como já tem feito em outros países vizinhos.
“Quer dizer, é uma tentativa de engajar os Estados Unidos de uma maneira mais profunda numa agenda de segurança pública brasileira que tem um forte componente político-partidário, que divide de uma maneira muito profunda o governo de esquerda e uma oposição conservadora. Então, é uma intervenção na política brasileira”, explica.
Há o receio, por parte dos brasileiro, que isso abra precedente para intervenções militares na América Latina, como ocorreu na operação de captura do ditador Nicolás Maduro, na Venezuela. Na ocasião, os EUA empregaram uma força aérea e naval militar numa suposta operação contra cartéis de drogas venezuelanos.
Do ponto de vista do especialista, a classificação vai prejudicar muito o grande esforço que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em neutralizar as ações de Trump como um elemento nas eleições de 2026 e tentar garantir que o presidente dos EUA não virasse um fator de desestabilização no pleito brasileiro.
“Era uma coisa que até agora o Lula mais ou menos tinha conseguido fazer. No ano passado, o governo tinha negociado de uma maneira bastante habilidosa um acordo comercial com os Estados Unidos, então tinha ali debelado várias tensões, e o que a gente está vendo agora é que isso é mais difícil do que parecia. Provavelmente, Trump e os Estados Unidos vão ser, sim, um assunto importante nas eleições brasileiras de 2026”, descreve.
O professor de Direito internacional da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), José Augusto Fontoura, pontua que Trump tem uma posição bastante intervencionista, como demonstrou em várias circunstâncias em relação a outros países e, na sua opinião, todo esse movimento é consistente com uma política geral de aprofundamento de formas de intervenção direta na América Latina.
Classificação permite ações dos EUA contra pessoas fora do território americano
Fontoura explica que a classificação como terrorismo vai permitir que os Estados Unidos, nas suas várias capacidades, tenham, de certa forma “um mandato” de dentro do país para atuarem com referência a fatos, pessoas e situações fora do território americano.
O professor pontua que as regras sobre proteção contra o terrorismo têm uma extraterritorialidade no direito americano, fazendo com que várias situações aqui no Brasil possam ser classificadas pelos EUA e pelas instituições americanas como relacionadas ao terrorismo e, portanto, sofrendo penalidades e sanções conforme o direito norte-americano.
O debate sobre a aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal é usada como exemplo. “Era a história de ‘ah pode’, ‘não pode’, ‘o que faz’, e ‘o que não faz’. O que acontece é que vai haver, eventualmente, o aparecimento de penalidades, vai-se buscar informação e, na medida em que for possível os Estados Unidos fazerem isso, e eles têm bastantes meios de fazerem isso, principalmente em questões financeiras, eles vão penalizar”, afirma Fontoura.
Caso essa medida seja de fato instituída por Trump, em primeiro lugar se aplicam algumas sanções econômicas mais rigorosas a integrantes dos grupos, tais como:
- Bloqueio de ativos financeiros que estão no exterior;
- Deportação de faccionados e vistos negados;
- Isolamento do grupo internacionalmente;
- Além da dificuldade de receber treinamento, comprar armas e até contratar serviços.
A designação também facilitaria a cooperação internacional no combate ao crime organizado, e poderia autorizar o uso de força militar contra as facções em território americano, além de permitir o uso de inteligência e capacidades militares do Departamento de Defesa para atacá-los.
“A questão é que, como a gente teve lá na Operação Carbono Oculto, que mostrou a ideia de PCC ou de Comando Vermelho, ela não se restringe ao comércio de droga no morro, mas ela envolve várias atividades e setores que estão dentro da economia formal, da economia normal. E se eu tenho uma instituição bancária em que uma dessas instituições, mediante um laranja, tem uma conta, em princípio existe uma exposição a possibilidade de ter isso sancionado pelo direito americano”, destaca Fontoura.
Em sua visão, não há muito o que o Brasil possa fazer, num primeiro momento, fora do campo estritamente diplomático. Desde que voltou ao poder, no começo de 2025, Donald Trump já incluiu 25 organizações estrangeiras como terroristas em sua lista. Parte delas, são latino-ameticanas, como o venezuelano Tren de Aragua e o Cartel de los Soles, além de norte-americanas, como seis cartéis mexicanos.
Em maio, por exemplo, o responsável pelo setor de sanções do Departamento de Estado, David Gamble, solicitou formalmente que o Brasil adotasse essa designação em visita a Brasília. No entanto, o governo Lula já havia rejeitado a proposta, levando em consideração a Lei Antiterrorismo de nº 13.260/2016.
De acordo com a legislação brasileira, o terrorismo consiste na prática de atos motivados por questões ideológicas, religiosas, de preconceito ou descriminação, com a finalidade de provocar terror social ou generalizado, expondo a perigo pessoa, patrimônio, a paz pública ou a incolumidade pública. O que não seria o caso das facções, cuja motivação principal é o lucro com atividades ilícitas, como o tráfico de drogas.
Apesar disso, Lula já havia se mostrado disposto a cooperar em várias outras áreas para ajudar nesta questão, como compartilhando inteligência e dando cooperação internacional mais aguda nessa área. Caso o Brasil aceitasse essa denominação em acordo com os EUA, ao ver de Fontoura, poderia ser perigoso para o País.
“Na verdade, a gente estaria se comprometendo em ter alguma forma de ingerência de um país estrangeiro sobre as atividades que acontecem aqui, que é uma coisa que a gente não quer, pelo menos eu acho que não deveria querer. Agora, do ponto de vista de uma decisão unilateral e de aplicações unilaterais, não tem muito o que possa ser feito. E como tem muita proximidade, muita imbricação, o potencial de ter ações, enfim, que sejam prejudiciais ao Brasil não é inexistente. Agora, se isso vai acontecer na prática ou não, não dá para saber”, explica.
Trump quer interferir no Brasil?
Enquanto o anúncio não ocorre, o governo brasileiro segue tentando negociar com os EUA. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, conversaram ao telefone durante o último fim de semana para discutir a relação entre os países.
Ambos os especialistas não enxergam a possibilidade de Trump enviar suas tropas para o País, embora não haja nenhuma garantia disso. Uma medida tão extrema como essa é ilegal, a menos que houvesse anuência do governo brasileiro.
“Por enquanto é um reconhecimento de que certas organizações seriam organizações terroristas. Agora, até pela natureza ilegal, ilícita dessas organizações, não sei até onde ela vai, porque não é um clube que você tem carteirinha. Esse tipo de circunstância é complicada porque ela dá, para quem tem a possibilidade de definir o que está dentro e o que está fora, dá uma abertura muito grande”, pontua Fontoura.
Agricultor que encontrou possível jazida de petróleo no interior do Ceará perfurou o solo duas vezes em busca de água
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| Foto Marcelo Andrade/IFCE |
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Pesquisa Ipsos-Ipec aponta estabilidade na avaliação do governo Lula

Pesquisa Ipsos-Ipec divulgada nesta terça-feira mostra que a avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) permanece estável entre os brasileiros. De acordo com o levantamento, 40% consideram a gestão ruim ou péssima, mesmo percentual registrado na pesquisa anterior, realizada em dezembro.
Por outro lado, 33% dos entrevistados avaliam o governo como ótimo ou bom, número que representa leve alta em relação aos 30% registrados no levantamento anterior. Já a avaliação regular caiu de 29% para 24%. Outros 3% disseram não saber ou preferiram não responder. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
A pesquisa também mediu a aprovação da forma como o presidente administra o país. Nesse indicador, 51% dos entrevistados disseram reprovar a gestão, enquanto 43% afirmaram aprovar. No levantamento anterior, os números eram de 52% de reprovação e 42% de aprovação, indicando estabilidade no cenário.
Em relação ao grau de confiança no presidente, 40% afirmam confiar em Lula, mesmo índice registrado na pesquisa anterior. Já 56% dizem não confiar, enquanto 4% não souberam ou não responderam.
O levantamento também analisou a percepção da população sobre o desempenho do governo em comparação com as expectativas criadas no início do mandato. Para 43% dos entrevistados, a gestão está pior do que o esperado, enquanto 28% consideram que está como imaginavam. Já 25% avaliam que o governo está melhor do que esperavam.
A pesquisa também investigou as expectativas sobre a economia nos próximos seis meses. 33% acreditam que a situação econômica vai melhorar, enquanto 36% avaliam que deve piorar. Outros 23% consideram que a economia permanecerá igual, e 8% não souberam responder.
Quanto à avaliação da economia nos últimos seis meses, 42% afirmam que a situação econômica do país piorou, enquanto 27% dizem que melhorou e 28% consideram que permaneceu igual.
O levantamento ouviu 2 mil pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 5 e 9 de março, em 131 municípios brasileiros. O nível de confiança da pesquisa é de 95%.
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Anvisa aprova primeiro medicamento capaz de retardar avanço do diabetes tipo 1

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o teplizumabe, primeiro medicamento com potencial para modificar o curso do diabetes tipo 1. Comercializado com o nome Tzield, o tratamento, desenvolvido pela farmacêutica Sanofi, é indicado para retardar o início da doença em adultos e crianças a partir de 8 anos diagnosticados com diabetes tipo 1 em estágio 2, quando os sintomas clínicos ainda não se manifestaram.
O medicamento atua preservando as células beta do pâncreas, responsáveis pela produção de insulina, e ajuda a retardar a progressão da doença para o estágio clínico, momento em que os sintomas aparecem e o paciente passa a depender da aplicação diária de insulina.
O tratamento é feito por infusão intravenosa, administrada uma vez ao dia durante 14 dias consecutivos.
Especialistas consideram a aprovação um marco no tratamento do diabetes tipo 1, por representar uma mudança importante na abordagem da doença.
Segundo a endocrinologista Melanie Rodacki, professora de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o medicamento pode oferecer às famílias mais tempo para lidar com o diagnóstico.
“Com a possibilidade de atrasar o desenvolvimento do diabetes tipo 1 clínico, podemos oferecer às famílias tempo para preparação, educação e adaptação à condição, evitando quadros graves e traumáticos no momento do diagnóstico”, afirmou em comunicado.
Ela destaca ainda que o Tzield é o primeiro imunomodulador aprovado para o tratamento do diabetes tipo 1, o que representa uma mudança de paradigma. “Passamos a modificar a história natural da doença, e não apenas a repor insulina”, explicou.
O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune, progressiva e crônica, na qual o próprio sistema imunológico destrói as células beta do pâncreas, responsáveis pela produção de insulina — hormônio essencial para o controle da glicose no sangue.
Pessoas que convivem com a doença enfrentam desafios diários. Estima-se que mais de 40 fatores influenciem os níveis de açúcar no sangue, levando os pacientes a tomar cerca de 180 decisões por dia relacionadas ao controle da doença, o que impacta não apenas a saúde física, mas também o bem-estar emocional e a qualidade de vida.
Atualmente, muitos diagnósticos ainda ocorrem de forma tardia, frequentemente após episódios de cetoacidose diabética, uma complicação grave que exige hospitalização de emergência.
No entanto, exames de sangue simples já permitem identificar a doença antes do aparecimento dos sintomas clínicos, por meio da detecção de autoanticorpos específicos e alterações nos níveis de glicose.
A progressão do diabetes tipo 1 ocorre em quatro estágios. Nos estágios 1 e 2, ainda sem sintomas, já é possível identificar alterações imunológicas e metabólicas. O estágio 3 marca o surgimento da hiperglicemia e de sintomas como sede excessiva, perda de peso, fadiga e visão turva. Já o estágio 4 corresponde ao diabetes tipo 1 de longa duração.
CEARA AGORA
Senado aprova pacote de medidas para reforçar combate à violência contra a mulher

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira um conjunto de três propostas voltadas ao enfrentamento da violência contra a mulher, com medidas que incluem ações de prevenção, mudanças na Lei Maria da Penha e a criação de uma medalha para reconhecer homens que atuam na defesa das mulheres e no combate à violência de gênero.
As propostas fazem parte de um esforço do Congresso para ampliar as políticas públicas de proteção às mulheres e fortalecer a rede de enfrentamento à violência doméstica e familiar no país.
Durante a votação das matérias, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), destacou a importância das iniciativas e prestou homenagem às mulheres brasileiras.
“Minha homenagem vai a todas as mulheres deste país. Amanhã será inaugurada a Sala Lilás do Senado Federal, a primeira sala em um órgão legislativo do país dedicada ao acolhimento e à escuta de mulheres”, afirmou.
Uma das propostas aprovadas cria a Política Nacional de Prevenção à Violência contra a Mulher, que prevê ações de conscientização, campanhas educativas e programas de capacitação para profissionais que atuam na rede de atendimento às vítimas.
O projeto também estabelece medidas para fortalecer mecanismos de acolhimento, orientação e proteção às mulheres, ampliando a articulação entre órgãos públicos e instituições que trabalham na defesa dos direitos femininos.
Outra proposta aprovada promove ajustes na Lei Maria da Penha, considerada um dos principais instrumentos legais de proteção às mulheres no Brasil.
O pacote legislativo inclui ainda a criação de uma medalha destinada a reconhecer homens que se destacam na luta contra a violência de gênero, iniciativa que busca estimular a participação masculina na construção de uma cultura de respeito e igualdade.
As propostas agora seguem para as próximas etapas de tramitação legislativa antes de entrarem em vigor. O objetivo é reforçar políticas públicas de prevenção, proteção e conscientização, ampliando o combate à violência contra a mulher em todo o país.
Ceará tem dois feriados em março
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Festa de São José começa em Iguatu e reúne fiéis em noite de fé e corrida organizada pela paróquia
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| Foto Faros News |
Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 65 milhões
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| Foto Marcello Casal Jr/ Agência Brasil |


Ceará tem cerca de 250 pessoas com síndrome que causa fome insaciável
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| Foto Arquivo pessoal. |







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