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| Foto José Cruz/ Agência Brasil |
O
indicador que mede a proporção de famílias que têm dívidas, em atraso
ou não, chegou a 82% em julho, marcando o maior patamar já registrado
pelo sexto mês seguido. Em junho, o índice era 81,6%; enquanto, em julho
do ano passado, 78,5%.
No
entanto, a parcela de famílias com dívidas atrasadas, a chamada
inadimplência, recuou para 29,8% em julho. No mês anterior, estava em
29,9%, e, há um ano, em 30%.
O
tempo médio de pagamento em atraso das contas ficou em 64,6 dias em
julho, mostrando trajetória de queda desde abril, quando estava em 65,1
dias.
Os
dados fazem parte da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do
Consumidor (Peic), divulgada nesta última quinta-feira (6) pela
Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
O
levantamento é feito com 18 mil famílias de todo o país. São levadas em
consideração dívidas com cartão de crédito, cheque especial, carnê de
loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, cheque pré-datado e
prestações de carro e casa.
