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| Foto Governo do Ceará |
O
Ceará registrou um aumento de 7,22 pontos percentuais das classes A
(renda acima de 20 salários mínimos), B (renda familiar entre 10 e 20
salários mínimos) e C (renda familiar entre 4 e 10 salários mínimos),
entre 2022 e 2024. A população nestas faixas de renda passou de 51,85%
para 59,07% no estado, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV).
A
pesquisa aponta que a alta foi impulsionada principalmente pelo aumento
da renda do trabalho e pela integração de políticas públicas como o
Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e programas de
acesso à educação e ao crédito.
Segundo
o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à
Fome, Wellington Dias, os dados confirmam a eficácia das ações voltadas
à população de baixa renda.
“A
gente vê pessoas que estavam no Cadastro Único, no Bolsa Família, e que
agora estão na classe média. Isso mostra que o programa não é só
transferência de renda. Ele abre portas para a educação, para o trabalho
e para o empreendedorismo”, apontou.
