Os nomes da mulher e da empresa não foram
divulgados. Cada sessão de sexo custava R$ 8 mil, segundo o jornal.
Segundo o "Sada", a atividade paralela da comissária durou dois anos.
"Ela
admitiu ter feito sexo com inúmeros passageiros durante voos e que
prefere rotas de longa distância, entre o Golfo e os Estados Unidos",
contou uma fonte anônima ao jornal.
Esse não é o
primeiro caso do tipo. Segundo o jornal "Shukan Post", no ínício deste
ano, aeromoças estavam fazendo sexo com pilotos para inflar o salário.
De acordo com o jornal, cada sessão de 90 minutos custava R$ 2.800.