Uma eventual nova rodada do auxílio emergencial deve estar dentro do
orçamento e ser acionada apenas em caso de nova calamidade pública,
disse o ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele reuniu-se na
quinta-feira à noite com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.
O ministro da Economia, Paulo Guedes. 12 de janeiro de 2021. REUTERS/Adriano Machado Foto: Reuters
Segundo o ministro, a extensão do auxílio seria mais “focalizada” e
atenderia 32 milhões de brasileiros, pouco menos da metade dos 67,9
milhões de pessoas que receberam o benefício em 2020.
Para chegar à estimativa de 32 milhões de pessoas, Guedes explicou que
uma nova versão do auxílio emergencial não abrangeria os inscritos no
Bolsa Família e se concentraria apenas na população não atendida por
nenhum programa social. O ministro ressaltou que a recriação do auxílio
deverá ter previsões de recursos no orçamento, com o remanejamento de
outras despesas e com a ativação do estado de calamidade.
“É possível. Nós temos como orçamentar isso, desde que seja dentro de
um novo marco fiscal. Se o Congresso aciona o estado de calamidade,
temos condição de reagir rapidamente. Mas é muito importante que seja
dentro de um quadro de recuperação das finanças. Estamos preparados para
fazer as coisas dentro das proporções”, declarou Guedes.
Ao lado de Guedes na saída da reunião, Pacheco disse que foi ao
Ministério da Economia expressar “formalmente” à equipe econômica a
preocupação dos parlamentares com o fim do auxílio emergencial. “A
pandemia continua, e agora eu vim ao ministro da Economia externar o que
é uma preocupação do Congresso Nacional”, disse.
Ao comentar que a retomada do auxílio emergencial é importante, Pacheco
disse ter se antecipado à reunião do colégio de líderes, ao discutir a
questão com Guedes. O senador, no entanto, ressaltou que a recriação do
benefício deve ser discutida observando as regras fiscais. “Obviamente
com cautela, com prudência, com observância de critérios, para evitar
que as coisas piorem”, afirmou.
Reformas
Sobre o cronograma de votação das reformas econômicas, o presidente do
Senado reiterou que pretende concluir a reforma tributária em 2021,
aproveitando as propostas em tramitação no Congresso, sem impor um novo
texto. O Ministério da Economia poderá contribuir com sugestões na
comissão especial.
Além da reforma tributária, Pacheco listou, como prioridades, as
propostas de emenda à Constituição (PECs) do pacto federativo,
emergencial e da desvinculação dos fundos públicos. A cláusula de
calamidade, que permitiria a recriação do auxílio emergencia, seria
incluída na primeira PEC, do pacto federativo, sendo acionada pelo
Congresso e discutida no Conselho Fiscal da República que seria criado
pela proposta.
Marcado para o fim da tarde dessa quinta-feira, o encontro entre
Pacheco e Guedes ocorreu no fim da noite. Por causa da sessão no Senado,
que se estendeu além do horário previsto, o encontro atrasou três
horas.
Após
17 dias do início da campanha de vacinação no Ceará, os estoques de
doses disponíveis em 27 municípios cearenses já zeraram e 137.156
pessoas foram vacinadas contra a Covid-19. Os dados constam no
Vacinômetro, atualizados às 12h desta quarta-feira (3), pela Secretaria
Estadual da Saúde (Sesa).
A
vacinação no Estado começou no último dia 18 de janeiro, após a
primeira remessa de 218 mil doses da CoronaVac. Com os outros dois lotes
posteriores, o Estado totalizou 334,9 mil doses recebidas até o
momento, incluindo o estoque de segurança.
Destas,
223,6 mil ficaram disponíveis para serem aplicadas na população
prioritária enquadrada na primeira fase da campanha. Na terça-feira (2),
12 municípios já haviam aplicado toda a quantidade estocada.
De
acordo com a atualização, os municípios de Alto Santo, Ararendá,
Caririaçu, Cedro, Chorozinho, Crateús, Granja, Independência, Ipu,
Ipueiras, Mucambo, Nova Russas, Porteiras, Uruburetama e Uruoca
finalizaram a aplicação de todas as vacinas recebidas após distribuição
pelo Governo do Estado.
Assim,
tais cidades se juntam a Alcântaras, Bela Cruz, Capistrano, Choró,
Cruz, Fortim, Granjeiro, Guaramiranga, Ibicuitinga, Iracema, Itaiçaba e
Marco, as quais chegaram aos 100% de aplicação ontem.
O
número, contudo, não determina que todos os grupos prioritários para o
recebimento da vacina foram imunizados, mas indica que os municípios
citados não têm mais vacinas disponíveis para a população. Ao todo, o
Ceará já vacinou 137.156 pessoas — 61,3% do total esperado nesta etapa.
Na
Capital, o índice da vacinação chegou a 51,29%. Já foram vacinados
44.504 profissionais da saúde, 914 idosos institucionalizados e 2.278
pessoas com mais de 75 anos, totalizando 47.696 aplicações. Não há
indígenas que tenham recebido o imunizante em Fortaleza, segundo o
documento.
Municípios com baixa aplicação
O
município de Camocim, no Litoral Oeste do Estado, prossegue com a mesma
taxa de aplicação registrada na terça-feira, de 20,24%, tornando-se a
cidade com menor percentual na tabela. Em seguida, vêm Paraipaba
(27,11%) e Itapajé (28,64%).
O
município de Acopiara não registrou nenhum caso confirmado de
coronavirus nas últimas 24 horas, de acordo com divulgado na tarde desta
terça-feira (3).
As
mortes permanecem em 64, com 1.326 casos confirmados. 1.264
pessoas se recuperaram do novo coronavírus e 2.464 casos foram
descartados.
A
Polícia Civil de Acopiara concluiu com êxito a investigação de um
latrocínio ocorrido em 2010 no Sitio Floresta, zona rural do município,
tendo como vítima Santino Sarmento de Lima.
O Crime, intrigou familiares e amigos da vítima, uma vez que, o mesmo não possuía inimigos declarados.
Durante
as investigações, a Policia Civil ouviu diversas testemunhas, chegando
finalmente a elucidação do crime com indiciamento do acusado.
Contra
o acusado que está foragido, já existe um processo em curso pelo
homicídio qualificado de outra vítima, ocorrido também no ano de 2010.
O procedimento foi remetido ao Poder Judiciário local para conhecimento e adoção das providências processuais que o caso requer.
A
vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford, em
parceria com o laboratório britânico AstraZeneca, reduz a transmissão do
novo coronavírus em 67% desde a primeira dose. A informação foi
divulgada nesta quarta-feira (3), baseada na análise dos testes
clínicos.
O
estudo realizado em Oxford, e que ainda deve passar pela revisão dos
pares antes de sua publicação, indica que as pessoas vacinadas não estão
apenas protegidas contra sintomas graves da doença, mas têm menos
probabilidade de infectar.
A
vacina pode, portanto, ter um "impacto enorme" em termos de
transmissão, disse nesta quarta o diretor do projeto, Andrew Pollard, à
rede BBC, embora tenha especificado que os testes foram realizados antes
do aparecimento das novas variantes.
Contra
as infecções, o estudo mostra uma eficácia de 76% após a primeira dose,
que se mantém por três meses. A eficácia sobe para 82% após uma segunda
dose injetada três meses depois.
Esses
elementos reforçam a estratégia do governo britânico que, para poder
vacinar mais pessoas rapidamente, decidiu adiar a segunda injeção para
até 12 semanas depois.
O
Reino Unido, que já vacinou 9,6 milhões de seus 66 milhões de
habitantes, usa atualmente as vacinas AstraZeneca/Oxford e
Pfizer/BioNTech. Na primavera (outono no Brasil), a Moderna se juntará a
essa lista.
"Isso
demonstra, para o mundo inteiro, que a vacina de Oxford funciona bem",
celebrou o ministro britânico da Saúde, Matt Hancock, em declarações à
BBC, após as críticas de alguns países que, como França e Alemanha, não a
recomendam para maiores de 65 anos por causa dos poucos dados de testes
clínicos sobre sua eficácia neste grupo.
O
governo de Boris Johnson depende da vacinação em massa para poder
suspender o terceiro confinamento em vigor no país. Até agora, o
território acumula mais de 108.000 mortes por covid-19, o pior balanço
em um país europeu.
"Se
essas vacinas reduzirem a transmissão na medida indicada, isso
significará que as restrições poderão ser relaxadas mais cedo do que se
tivéssemos que esperar pela imunidade do rebanho", disse o dr. Gillies
O'Bryan-Tear, ex-decano da Faculty of Pharmaceutical Medicine.
"Este seria o Santo Graal da implantação mundial de vacinas", acrescentou.
Um
achado de cadáver foi registrado na manhã desta quarta-feira (3), na
localidade de Picos Mineiros, distrito de Custódio, zona rural de
Quixadá. A vítima trata-se de um ex-presidiário que estava desaparecido
há mais de seis meses.
Segundo
informações do repórter policial Washignton Luiz “O Caveirão”, o
ex-presidiário identificado como Juscelino Nobre da Silva, vulgo “ET”
estava desaparecido desde julho de 2020. Ele é apontado como principal
suspeito de cometer vários furtos na região, o que pode ter ligação com o
crime.
O
crime será investigado pela Delegacia Regional de Polícia Civil de
Quixadá. O rabecão da Perícia Forense esteve no local e encaminhou o
corpo da vítima ao Instituto Médico Legal para realização dos devidos
procedimentos.
Na
manhã desta quarta-feira, 03 de fevereiro, a secretaria de Saúde de
Acopiara promoveu uma reunião no auditório do IFCE para médicos,
enfermeiros e coordenadores da Atenção Primário do Município que contou
com a participação da titular da pasta, Fábia Almeida e ainda das
coordenadoras da Regional de Saúde, as senhoras Kátia e Tatiana.
No
encontro foi apresentado aos profissionais da saúde as diretrizes do
novo programa do Governo Federal - PREVINE BRASIL que tem como proposta
um novo modelo de financiamento que altera algumas formas de repasse das
transferências para os municípios, que passam a ser distribuídas com
base em três critérios: capitação ponderada, pagamento por desempenho e
incentivo para ações estratégicas.
A secretária Fábia Almeida fez abertura do encontro dando as boas-vindas a todos os profissionais presentes.
O
voo trazendo 5,4 mil litros de Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) da China
para produção de vacinas contra a Covid-19 pelo Instituto Butantan
chegou ao Brasil na noite de quarta-feira (3).
O insumo deve ser usado para a produção local de mais 8,6 milhões de doses da vacina CoronaVac.
De
acordo com o diretor do Instituto, Dimas Covas, as vacinas produzidas
com este material começarão a ser entregues ao Ministério da Saúde no
próximo dia 25.
O
Boeing 777-32W saiu de Pequim ainda na terça-feira (2), às 21h30
(horário de Brasília) com o carregamento da matéria-prima fornecida pela
biofarmacêutica Sinovac, que é parceira do Butantan. O avião pousou no
aeroporto de Campinas.
Este
é o primeiro lote de insumos que o Butantan recebe neste ano. Ao todo,
8,6 milhões de doses serão envasados, embalados e rotulados em São
Paulo.
Outra
carga com 5,6 mil litros de IFA também chegará ao Brasil até o próximo
dia 10, viabilizando a produção de mais 8,7 milhões de doses em São
Paulo.
A
coxinha, salgado tradicional brasileiro, ganhou um novo formato. O
Picolé de Coxinha Original é invenção do empreendedor Clayton
Quintiliano, de Jaú, no interior de São Paulo. As informações são do
jornal O Globo.
Clayton
tinha uma sorveteria e teve a ideia em 2017, após diminuição nas vendas
no empreendimento. “Eu tive a ideia de fabricar um produto que
suprisse as necessidades naquele momento: uma coxinha no formato de
picolé. Foi uma sensação para as crianças da cidade”, afirmou.
No
final de 2017, com a alta nas rendas, Clayton fechou a sorveteria para
dar aulas no seu estúdio de dança, onde atua desde 2016.
Em
maio de 2020, com a pandemia do novo coronavírus, as aulas de dança
foram interrompidas e ele retomou a produção do picolé. O empreendedor
compartilhou fotos do produto nas redes sociais e, em pouco tempo, o
formato se popularizou.
“Foi
uma surpresa porque a intenção de produzir o picolé de coxinha era
vender para os familiares, mas cresceu bastante. Hoje o nosso produto já
é conhecido em vários lugares", comemora Clayton.
O
empreendedor vende cerca de 50 picolés por dia, por delivery. Uma
bandeja com quatro unidades do salgado custa R$ 15. O alimento é servido
quente e pode ganhar ketchup e maionese como 'cobertura'.
Conforme
Clayton, o objetivo é aumentar a produção dos picolés e conseguir mais
investimentos. Enquanto não é possível retomar as atividades no estúdio
de dança, o empreendedor e a família se concentram totalmente no ramo de
salgados e pretendem lançar novos produtos.
“É muito legal ter uma ideia e ver que todo mundo está comentando e incentivando”, afirma Clayton.
Legenda:
Derrota em confronto direto deixa o Ceará atrás do G-8
Foto:
Felipe Santos/CSC
Um sonho antes visto como praticamente impossível se
transformou em palpável e próximo, mas voltou a ficar bem distante. A
luta do Ceará em conseguir uma inédita e histórica classificação para a Taça Libertadores complicou de vez após a derrota por 2 a 1 para o Corinthians, na noite desta quarta-feira (3), na Neo Química Arena.
A lamentação do torcedor alvinegro se dá pelo fato de que uma vitória
no confronto direto garantiria muita força ao Vovô na luta para ficar
no G-8.
Ao contrário disso, viu o adversário assumir a 8ª colocação e abrir
três pontos de vantagem (com um jogo a menos). Com os outros resultados
na rodada, o Ceará se manteve com 45 pontos e ainda perdeu três posições, caindo para o 12º lugar na tabela. Mesmo assim, o Vovô segue firme para assegurar a vaga na Sul-Americana.
A expectativa criada era condizente não somente aos bons resultados que o time de Guto Ferreira
acumulou na competição, mas também pelas atuações convincentes. O Ceará
foi cirúrgico ao longo do Campeonato Brasileiro. Porém, nas últimas
partidas, não tem repetido isso, e contra o Timão, tal precisão fez
falta.
O Jogo
Assim como foi contra o Athletico/PR, o time voltou a errar bastante. Logo aos 15 minutos, quando saiu na frente do placar, em gol de Fabinho (o primeiro dele no Brasileirão), após cobrança de escanteio de Vina (a
19ª assistência dele na temporada), o cenário se desenhava da forma que
o Alvinegro gosta. Bastava manter a organização defensiva para esperar
os erros do adversário para contra-atacar com velocidade.
Mas a vantagem não durou. Aos 19, após consulta ao VAR, Heber Roberto
Lopes marcou pênalti de Klaus em Gabriel, que Fábio Santos converteu.
Oito minutos depois, Léo Natel marcou o segundo em falha defensiva do
Ceará. Mosquito fez boa jogada individual sobre Alyson e serviu o
companheiro, que aproveitou ainda falha de posicionamento de Luiz
Otávio.
O Ceará sentiu os gols. Erros individuais atrapalharam bastante e, consequentemente, prejudicaram o coletivo. Alyson, Cléber e Léo Chú fizeram partida ruim e não deram sequência às jogadas.
Na segunda etapa, as substituições de Guto Ferreira fizeram o time
evoluir. Porém, mesmo com mais presença no campo ofensivo e conseguindo
circular melhor a bola, faltou o último passe. Foram incontáveis erros
de passe na conexão entre o meio de campo e o ataque, repetindo falhas
já perceptíveis no duelo contra o Furacão.
De positivo, as atuações de Richard e Fabinho, que foram destaques em um time que apresentou vários erros.
Fim de sequência positiva
De quebra, o Vovô viu o Timão encerrar um tabu: há 13 anos não vencia o Vovô,
em São Paulo. Com isso, foi a primeira vez que o Corinthians triunfou
sobre o Ceará em jogos disputados na capital paulista pelo Brasileirão
de pontos corridos. Em 2010, 2011, 2018 e 2019, as partidas terminaram
empatadas.
Esta foi também a primeira vez que o time paulista triunfou sobre o
cearense no novo estádio. Antes, eram três jogos, com dois empates e uma
vitória do Ceará.
Com o início da edição do Big Brother Brasil
em 2021 surgiram dúvidas quanto ao cabelo de um dos participantes, o ator Lucas Penteado.
A condição chamada alopecia, que faz com que a pessoa perca cabelo, pode ser agravada ou gerada pelo stress,
que o participante está lidando dentro do programa, graças aos contantes ataques
que vem sofrendo, principalmente de Karol Conká.
O iG conversou com dermatologistas para entender como a condição pode estar relacionado ao stress e a tensão
que o participante está lidando dentro do reality.
A alopécia é uma condição em que ocorre
uma repentina perda de cabelo do couro cabeludo ou de qualquer outra
região do corpo. Como característica, o cabelo cai em grandes
quantidades em determinadas áreas, proporcionando a visualização do
couro cabeludo ou da pele, causando, desta forma, falhas na região que
antes era coberta.
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"Alopecia
é o termo usado para designar a perda de cabelo em áreas em que
normalmente ele deveria crescer. Trata-se de um sinal clínico que pode
estar presente em diversas doenças capilares ou sistêmicas", afirma a
especialista Ana Vitória Perecini, médica dermatologista de Belo
Horizonte.
A especialista ainda explica que a condição é mais
comum na cabeça, mas que em outras áreas do corpo também é possível ter a
condição. "A maior parte das alopecias ocorre em couro cabeludo. No
entanto, algumas doenças podem ocorrer em outras áreas de pelo, como a
Alopecia Areata e diversas alopecias cicatriciais".
Já a dermatologista Marcela Mattos complementa que
fatores nutricionais também podem agravar o problema, por conta da
deficiência de vitaminas no organismo.
"A queda capilar pode ser multifatorial, ela pode
envolver motivos nutricionais, mas existe também o contrário, no qual o
excesso de vitamina, como a vitamina A, que pode gerar queda capilar".
Por que a alopecia surge?
"Diversos fatores podem contribuir para a queda de
cabelo, desde fatores genéticos, autoimunes, assim como o uso de
medicações, estresse, alterações hormonais, má alimentação, idade,
deficiência de vitaminas ou hipervitaminoses e doenças sistêmicas
descontroladas", afirma Ana Vitória Perecini.
Ela comenta também que o stress, vivido pelo participante de maneira constante dentro do programa, pode agravar o quadro.
"O estresse psicológico intenso pode sim resultar no
quadro de eflúvio telógeno, que é uma queda aumentada dos fios de forma
temporária. Geralmente ocorre cerca de 3 meses após o evento
desencadeante".
"Já existem estudos científicos que comprovam que o
cortisol, que é o hormônio do stress, pode desencadear o início de um
processo de queda capilar quanto piorar um quadro já existente. Então o
stress emocional pode sim gerar uma piora no quadro de alopecia",
completou Marcela Mattos.
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Diferentes variações da Alopecia
Existem vários tipos de alopécia
que estão relacionados com as suas causas. Os tipos de alopécia existentes são:
Alopecia areata:
É uma doença inflamatória, que engloba causas genéticas e autoimunes,
que provoca queda abrupta dos fios em determinadas áreas, podendo
ocorrer pontualmente ou difusamente, acometendo diversos locais com
pelos (corpo, sobrancelhas e/ou couro cabeludo).
Androgenética:
Popularmente chamada de calvície, é uma forma de capilar capilar
geneticamente determinada, muito frequente na população, tanto masculina
quanto feminina. Há afinamento e diminuição progressiva do tempo de
crescimento capilar, que resultam com o passar do tempo em falhas em
couro cabeludo.
Traumática:
causada pelo hábito de arrancar os fios de cabelos constantemente ou por traumatismos na cabeça.
Seborreica:
causada por uma dermatite, que pode ser tratada com o uso de medicamentos.
Eflúvio:
que se caracteriza por um período em que o cabelo cai naturalmente,
porém, quando este mecanismo se encontra desregulado, pode haver um
período maior de queda de cabelo, que geralmente responde bem aos
tratamentos clínicos.
Tratamento
Para tratar a alopécia, é recomendado uma consulta
com o médico dermatologista para que as causas sejam identificadas e o
tratamento seja bem direcionado.
Na maior parte dos casos essa queda é
tratada com o uso de medicamentos que são aplicados diretamente no local
afetado e que devem ser recomendados pelo dermatologista.
Legenda:
O drive-thru do Shopping Iguatemi, em Fortaleza, vacinou cerca de 400 pessoas entre terça-feira e ontem (3) Foto:
Camila Lima
Até o momento, no Brasil, só há vacina contra a Covid-19 disponível para as pessoas incluídas na primeira etapa dos grupos prioritários
e, ainda assim, a quantidade é insuficiente. No Ceará, em 15 dias - a
contar de 20 de janeiro quando oficialmente todas as cidades estavam com
o imunizante - 137.156 pessoas foram vacinadas, segundo a Secretaria Estadual da Saúde (Sesa), ou seja, 61% das doses foram aplicadas, o que representa uma média de 9,1 mil novas pessoas vacinadas por dia.
Essa é uma campanha atípica, e a baixa quantidade de vacinas afeta o ritmo de imunização. Até agora, nos 184 municípios, foram distribuídas 223.450 doses
para vacinar trabalhadores da saúde (prioridade para os da linha de
frente contra a Covid), indígenas, idosos e pessoas com deficiência
institucionalizados, e idosos com 75 anos ou mais.
No Ceará, a considerar a velocidade de imunização experimentada
nesses 15 dias, nas 184 cidades, e a atual disponibilidade de
imunizantes, o cálculo é de que seriam necessários 344 dias para garantir a aplicação da primeira dose da vacina apenas nas pessoas do grupo prioritário. Ou seja, somente no dia 2 de dezembro de 2021 é que a vacinação dos 2.894.433 inclusos nos grupos prioritários seria finalizada.
População vulnerável
A prioridade, hoje, é imunizar as populações mais expostas e/ou as
mais vulneráveis à Covid-19, seguindo uma ordem estabelecida pelo Ministério da Saúde, no Plano Nacional de Imunização. No Ceará, além do público desta primeira etapa, dentre as 2,8 milhões de pessoas dos grupos prioritários, estão: idosos entre 60 e 74 anos, pessoas com comorbidades, quilombolas, pessoas em situação de rua, presos, funcionários do sistema prisional, trabalhadores da educação (ensino básico e superior), das forças de segurança e salvamento, das forças armadas, de transportes coletivos rodoviário, metroviário e ferroviário, do transporte aéreo e aquaviário, caminhoneiros e trabalhadores portuários e industriais.
No caso da pandemia de Covid, no atual contexto, não se sabe ainda
quando os grupos populacionais não inclusos na prioridade serão
imunizados. Contudo, embora a vacinação coletiva seja o grande fator de
proteção, isso não significa que, na campanha, 100% das pessoas de um
território irão ser vacinadas. No atual momento, por exemplo, menores de 18 anos e grávidas não podem receber a imunização no Brasil, pois os imunizantes utilizados não foram testados nessa população.
Mas, feito um cálculo hipotético, com o atual ritmo de aplicação, no
Ceará, considerando uma população total de 9.187.103 pessoas, conforme
estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
utilizadas pelo Tribunal de Contas da União como referência para 2020, o
Estado levaria 1.139 dias ou 2 anos e 9 meses para imunizar todos os habitantes.
Nesse processo, com base na média atual, só em dezembro de 2023 todos
os cearenses teriam recebidos, ao menos, a primeira dose da vacina
contra a Covid.
Negociações lentas com laboratórios
O processo de vacinação no Brasil ocorre por meio do Programa Nacional de Imunizações
(PNI) que é reconhecidamente um dos mais bem-sucedidos do mundo. Nele, o
Governo Federal coordena as ações e as equipes municipais conduzem a
vacinação no Sistema Único de Saúde (SUS) de forma
direta nas localidades brasileiras. Mas, na pandemia de Covid, com a
situação distinta de outras campanhas, dois elementos chamam a atenção: a
escassez de vacina e o ritmo de aplicação nos municípios.
No Ceará, diante da lentidão do Governo Federal na negociação de vacinas, a gestão estadual tem tentado por meios próprios adquirir imunizantes. O Governo já reforçou que busca negociar com o Instituto Butantan, produtor da vacina Coronavac,
a compra de mais imunizantes. Para o Estado, até o momento, foram
enviados pelo Governo Federal três lotes de vacinas, sendo dois da Coronavac e um da Astrazeneca.
Das 184 cidades, 27 até as 12h de quarta-feira (3), já haviam aplicado 100% das doses recebidas.
São elas: Alcântaras, Alto Santo, Ararendá, Bela Cruz, Capistrano,
Caririaçu, Cedro, Choró, Chorozinho, Crateús, Cruz, Fortim, Granja,
Granjeiro, Guaramiranga, Ibicuitinga, Independência, Ipu, Ipueiras,
Iracema, Itaiçaba, Marco, Mucambo, Nova Russas, Porteiras, Uruburetama e
Uruoca.
A expectativa para os próximos lotes é que sejam encaminhadas ao
Ceará doses da Coronavac, imunizante produzido pelo Instituto Butantan
em parceria com o laboratório Sinovac. De acordo com o secretário da
Saúde do Estado, Carlos Roberto Martins, o Dr. Cabeto, é possível que a data para chegada de mais vacinas seja estimada até o início da próxima semana.
“Está havendo uma negociação do Instituto
Butantan com Ministério da Saúde, e, depois disso, a gente vai ter uma
ideia adequada de quantas doses nós vamos receber no Estado. Tem sido
percentual aos grupos de risco, então só depois disso que nós vamos ter
uma ideia mais precisa”, disse o titular da Sesa na última terça-feira
(2).
Dr. Cabeto reforça que todas as vacinas adquiridas no Brasil passam a
integrar o Plano Nacional de Imunização. A União centraliza essas
aquisições, e, por isso, ainda não há previsão de obtenção dos imunizantes de forma independente, por parte do Estado.
“Independentemente disso, o Ceará tem procurado laboratórios em
outros países pra fazer parcerias tecnológicas, fazendo com que essa
vacinação aconteça de forma mais ampla no Estado brasileiro. O que nós
temos de mais garantido é o que consta no Plano Nacional de Imunização,
que atualmente é AstraZeneca e CoronaVac”, reitera.
Escassez mundial de vacinas
O Ceará, da mesma forma que o Brasil, como um todo, convive com a ‘escassez mundial’ de vacinas, conforme define o diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Renato Kfouri. Segundo ele, salvo exceções como Israel,
nenhum país tem a quantidade de vacinas que gostaria de ter, ou que tem
capacidade para aplicar em um curto espaço de tempo. E é essa escassez
que dita o ritmo lento de aplicações nos municípios.
“As vacinas estão chegando a conta-gotas, em quantidade fragmentada, pequena, e que impede, por exemplo, a abertura de salas de vacina
para a população nos postos de saúde. Nesse primeiro momento, estamos
vacinando os grupos mais vulneráveis e dentro de instituições, porque
não tem vacina pra todos. O ritmo é lento por demanda controlada de
vacinas e populações específicas. Não se tem mais vacina porque o mundo não tem mais vacina”, afirma Kfouri.
O diretor pondera que embora a vacina previna formas graves da doença
de forma eficaz, ela não faz com que a Covid-19 desapareça. “Essas
vacinas ainda não demonstraram capacidade de prevenção de transmissão. O
indivíduo pode não morrer e nem ficar doente, mas ele pode continuar
sendo um vetor e transmitindo a doença. Então é importante continuar usando a máscara e tomando os cuidados até que tenhamos uma situação de vacinação de boa parte da população”, finaliza.
O Ceará está na lista dos onze estados brasileiros com alta nas
mortes por Covid-19. De acordo com o levantamento do consórcio de
veículos de imprensa, divulgados na noite desta quarta-feira (03), além
do Ceará, a situação é alarmante no Paraná, Distrito Federal, Goiás,
Acre, Amazonas, Pará, Roraima, Rondônia, Bahia e Maranhão.
Os dados são das secretarias estaduais de Saúde. O país
registrou 1.209 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando
ao total de 227.592 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média
móvel nos últimos 7 dias foi de 1.051. Já são duas semanas com essa média acima da marca de mil.
Em casos confirmados, desde o começo da pandemia mais de 9 milhões de
brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 53.665 desses
confirmados em um dia. Só no Ceará, são 378.191 casos confirmados e
10.556 mortes por complicações da doença.
Vacinas
Em todo Ceará, 137.156 pessoas já foram vacinadas. Só em Fortaleza, a
foram aplicadas 51.816 doses da vacina contra a Covid-19. Só nesta
quarta-feira (03), 3.115 pessoas foram vacinadas, entre trabalhadores da
saúde, que estão recebendo doses da CoronaVac, e idosos acima de 75
anos, recebendo doses da AstraZeneca, além de pessoas com deficiência
acima de 18 anos institucionalizadas.
Drive-thru no Centro de Eventos
A modalidade drive-thru, destinada aos idosos acima de 75 anos,
cumprindo as recomendações federais e estaduais de priorização dos que
possuem mais idade, teve início nessa terça-feira (02/02), com
atendimento no horário das 9h às 16h. Devem comparecer ao local os
idosos previamente agendados na plataforma Vacine Já e que receberam a mensagem de confirmação por e-mail ou WhatsApp.
Cerca de 1 milhão e 400 mil brasileiros não movimentaram os recursos do Auxílio Emergencial dentro do prazo de validade e, com isso, os recursos foram devolvidosaos cofres da União. O valor chega a R$ 1,3 bilhão. A informação é do Ministério da Cidadania.
Cada parcela do auxílio emergencial deve ser movimentada pelo beneficiário em até 90 dias, contados a partir do crédito na conta digital. Já para quem é titular do Bolsa Família, mas estava recebendo o recurso emergencial devido a pandemia, o limite é outro: os valores devem ser sacados ou usados em até 270 dias. Caso contrário, o dinheiro é devolvido pelo banco aos cofres públicos.
Para garantir o benefício, não é necessário fazer o uso total da
quantia: a movimentação de um baixo valor dentro do prazo já é
suficiente para que o recurso não seja devolvido.
Aplicativo Caixa
Para acessar o dinheiro, o beneficiário pode pagar boletos e realizar
compras em supermercados, padarias, farmácias e outros estabelecimentos
com o cartão de débito virtual e QR Code, nas maquininhas débito; pagar
contas de água, luz, telefone e gás pelo aplicativo ou nas lotéricas,
com a opção “Pagar na Lotérica”, do Caixa Tem; além de fazer o saque nas
lotéricas ou correspondentes bancários Caixa Aqui.
Legenda:
Vítima era torcedora do Palmeiras e foi morta pelo marido
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Reprodução/Instagram
Um vendedor de 34 anos foi preso em flagrante suspeito de esfaquear e assassinar a esposa após o final da Taça Libertadores da América,
no último sábado (30), em São Paulo. Leonardo Sousa Ceschini,
corintiano, confessou ter discutido por "desavenças" com a esposa
palmeirense Érica Fernandes Ceschini, cujo time ganhou a competição.
A mulher foi encontrada morta no apartamento onde morava com a família, no bairro São Domingos, na Zona Norte de São Paulo.
Conforme a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP), o
homem confirmou que se desentendeu com a mulher por conta do jogo de
futebol. A vítima teria pegado uma faca para o agredir, mas ele acabou
tomando o objeto cortante e a golpeou até matá-la.
Leonardo estava com ferimentos no abdômen e foi encaminhado ao
Hospital do Mandaqui, na Zona Norte, onde está internado sob escolta
policial. Ele foi autuado por homicídio qualificado pelo 33º Distrito
Policial de Pirituba.
O casal possui dois filhos gêmeos de dois anos, que irão ficar aos cuidados da avó-materna.
Legenda:
Atualmente, a cantora gospel é monitorada por uma
tornozeleira eletrônica e não pode sair da própria casa entre 22h e 6h Foto:
Agência Brasil
A deputada federal Flordelis dos Santos (PSD) foi nomeada como titular da Secretaria da Mulher na Câmara dos Deputados. A informação foi publica no perfil da parlamentar no site da Casa nesta terça-feira (2). Ela é suspeita de participar do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo, morto com diversos tiros em junho de 2019, no município de Niterói, no Rio de Janeiro.
Legenda:
A informação sobre o novo cargo da política foi publicado nesta terça-feira (2) no site da Câmara dos Deputados
Foto:
reprodução
Atualmente, a cantora gospel também é alvo de investigações da Mesa Diretora da Câmara por quebra de decoro parlamentar,
que pode causar a perda do mandato dela como deputada federal. A Mesa
encaminhou, em outubro, o relatório ao Conselho de Ética e Decoro
Parlamentar.
Segundo informações da revista Veja, a deputada recebeu do Governo Federal mais de R$ 10,1 milhões em emendas parlamentares
ao longo do ano passado. O dinheiro do orçamento da União seria voltado
para investimento no atendimento em saúde no estado do Rio de
Janeiro.
Os dados sobre as quantias liberadas por meio das emendas para a política – que atualmente é monitorada por uma tornozeleira eletrônica e não pode sair da própria casa entre 22h e 6h – estão disponíveis do Portal da Transparência.
O crime
De acordo com a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ),
a deputada federal Flordelis, seria mandante da execução do marido, o
pastor Anderson do Carmo, que foi assassinado com diversos tiros em 16
de junho de 2019.
O órgão e a Polícia Civil do Rio de Janeiro, em agosto de 2020,
prenderam nove pessoas suspeitas de envolvimento na morte. Entre os
presos, estão seis filhos do casal, uma neta, um ex-policial militar e a
mulher dele.
De acordo com a polícia, Flordelis já havia tentado matar o marido pelo menos quatro vezes, uma delas com veneno na comida.
Na época do crime, a deputada contou à Polícia que percebeu que o
veículo dirigido por Anderson estava sendo perseguido por duas motos, em
Niterói. Ao entrarem em casa, no bairro de Pendotiba, Anderson retornou
à garagem para pegar algo no carro e disparos foram ouvidos.
Flordelis afirmou que Anderson evitou que criminosos invadissem a
casa da família. O pastor foi encontrado ferido. O casal teve 55 filhos,
dos quais 51 são adotivos.
Legenda:
O casamento entre a deputada e o pastor rendeu 55 filhos, dos quais 51 são adotivos Foto:
reprodução
Legenda:
Em entrevista no 'Mais Você', Kerline disse ter ficado
"cega" para o jogo após se desestabilizar na confusão com Lucas Penteado Foto:
reprodução/TV Globo
A cearense Kerline Cardoso, primeira eliminada do BBB 21,
compareceu ao programa 'Mais Você' na manhã desta quarta (3), com a
apresentadora Ana Maria Braga, e comentou sobre os desentendimentos no
reality show. Na passagem meteórica pelo programa, a influencer se
desentendeu com Lucas Penteado, o que resultou na indicação à berlinda
pelo líder Nego Di. "Jamais eu pensaria que ia ficar tão emotiva",
afirmou em relação aos problemas de convivência.
Na noite de terça (2), ela deixou o Big Brother Brasil com 83,50% dos
votos, após disputa com os integrantes Sarah e Rodolffo. Questionada
por Ana Maria Braga sobre as lágrimas durante
a discussão com Penteado, parte do grupo 'Camarote', Kerline riu dos
memes criados nas redes sociais e definiu a questão como instabilidade
emocional.
"Eu acho que eu estava tão emocionada e desestabilizada.
Sabe aquele choro rápido, de criança magoada? Eu acredito que foi esse o
motivo do choro, de mágoa", explicou. De acordo com ela, o psicológico
teria afetado o julgamento das ações na competição. "Geralmente, costumo
ser bem decisiva em todas as minhas situações na vida. Quando me
desestabilizei, eu fiquei cega", se defendeu.
Escapar do paredão
Ana Maria também perguntou sobre as esperanças de
Kerline no jogo, mostrando imagens da ex-BBB ao afirmar que não deveria
ser indicada ao paredão. No entanto, a jovem se justificou contando que
tudo não passava de positividade, com o sentimento de acreditar na
indicação vinda de outra frente.
"Na verdade, achei que ia pela casa e o líder, que era o Nego Di,
tinha me falado de eu não ser a opção de voto dele, mas como haviam
muitos imunes aquela dúvida ficou pairando na minha cabeça", contou.
Ainda sobre o motivo da indicação, a desavença com Lucas Penteado
voltou a ser citada durante a entrevista. Os acontecimentos da primeira
festa da edição continuaram a reverberar entre os participantes, mas
Kerline acredita que o mal-entendido foi visto em uma proporção errada.
"Dentro da casa, uma coisinha pequena é maximizada em mil vezes, que
eu não consigo nem explicar. Foi uma brincadeira contra outra
brincadeira e poderia ter se encerrado ali, como eu cheguei a tentar
várias vezes conversando com ele". Para ela, as situações nas quais se
sentiu coagida foram o principal motor do ocorrido.
"Em cima do muro"
Além dos acontecimentos na casa, a apresentadora também resolveu
enquadrar Kerline sobre a repercussão do BBB nas redes sociais. A
cantora Karol Conká, que gerou debates negativos nos últimos dias, foi
citada durante o programa.
Porém, Kerline resolveu não explicitar nenhuma opinião sobre o caso.
"Ana, não deu para conhecer perfeitamente nenhum dos participantes, foi
muito pouco tempo. Eu mesma não sabia por ali quem poderia estar
interpretando um papel e eu tentei ativar meu modo 'defensiva'", disse ao que Ana rebateu aos risos: "você está em cima do muro".
O governador Camilo Santana (PT) anunciou, nesta terça-feira (2), que
estabelecimentos comerciais que oferecem atividades econômicas não
essenciais em Fortaleza só poderão funcionar até 20h nos próximos 15
dias. A reabertura será permitida às 6h do dia seguinte.
Ainda na terça-feira, durante entrevista no ponto de vacinação
instalado no estacionamento do Shopping Iguatemi, Magda Almeida
destacou que medidas como a suspensão do feriado, proibição de festas e
instalação de barreiras sanitárias nos munícipios cearenses já estão sendo tomadas.
Nesse contexto, não considera, então, o isolamento ainda mais rígido
como “medida efetiva neste momento”. Mas ponderou que a ação ainda
poderá ser aplicada, a depender do cenário epidemiológico de cada
cidade, "principalmente esses de maior circulação", analisa a
secretária-executiva. "É interessante que, nesse momento, as prefeituras
realizem barreiras sanitárias para que pessoas contaminadas não entrem
nos municípios".
“Conseguimos, até dezembro, reabrir várias atividades econômicas, sem
crescimento (de casos)”, explanou. “A gente sabe que existe atividade
de maior e menor risco para a disseminação. O que precisamos fazer é
modular isso. Não queremos chegar (ao lockdown), não é uma meta, só se
realmente não tiver outra (possibilidade)”, enfatizou
Em relação à Fortaleza, o uso de barreiras sanitárias ainda está em
avaliação. "Estamos vendo junto com a Prefeitura se isso seria viável e
efetivo", complementa Magda. Na última sexta-feira (29), o governador
Camilo Santana (PT) renovou o decreto que terminaria no domingo (31), mas sem muitas modificações em relação ao isolamento social.
Na ocasião, ele informou que regras mais duras para o período devem
ser anunciadas essa semana, incluindo tansformar em norma, no Carnaval, a
recomendação de evitar viagens entre a Capital e o interior.
Uma
enfermeira, de 36 anos, foi afastada da Unidade de Pronto Atendimento
(UPA), em Icó, nesta última terça-feira (2), após investigações da
Polícia Civil apontarem que a ela estaria realizando empréstimos
bancários no nome de um paciente que estava internado na Unidade de
Tratamento Intensivo (UTI) da UPA do município.
A
servidora foi identificada como a responsável por contratar o crédito
de R$ 3,6 mil em uma financeira, em nome de uma mulher de 35 anos que
estava internada na unidade de saúde. De acordo com as investigações,
para concretizar o crime, a funcionária tirou uma foto dela segurando o
documento da vítima e solicitou o empréstimo de forma digital.
Segundo
o delegado da Delegacia Regional de Icó, Glauber Ferreira, o caso foi
registrado há menos de um mês, quando a paciente passou a receber as
cobranças da financeira.
O
número de vítimas da enfermeira pode ter sido maior, conforme informou o
titular. "Continuamos com as apurações para identificar outras vítimas,
visto que no período em que a suspeita trabalhou no local, mais de 400
pessoas foram internadas. Investigamos ainda se existem outras pessoas
atuando em conjunto com a suspeita", revelou.
A
suspeita foi desligada da unidade de saúde na tarde desta terça-feira,
após a representação da Polícia Civil ao Poder Judiciário, que expediu a
ordem de afastamento imediato.
A
Prefeitura de Icó informou, em nota, que a servidora fazia parte do
quadro de funcionários temporários e já havia sido dispensada, mesmo
antes da ação policial. Ainda de acordo com a instituição, até o
momento, não foi identificado outro servidor envolvido em qualquer
atividade supostamente criminosa nas unidades de saúde do município.
Denúncias
A
Polícia Civil segue investigando os fatos e informou que, caso outras
pessoas identifiquem cobranças não autorizadas e que tenham similaridade
com a investigação em curso, compareçam à sede da delegacia para
registrar o fato.
As
autoridades ainda ressaltam que a população pode contribuir com as
investigações repassando informações que auxiliem no caso. As denúncias
podem ser feitas para o número (88) 3561-5551, da Delegacia Regional de
Icó. O sigilo e o anonimato são garantidos.
As medidas anunciadas, na noite desta terça-feira, pelo Governador
Camilo Santana (PT) e pelo prefeito de Fortaleza, José Sarto (PDT), com
restrições ao funcionamento de estabelecimentos comerciais na Capital,
dão a verdadeira dimensão da gravidade da pandemia da Covid-19 no Ceará.
Uma informação antecipada, neste site e, no Jornal Alerta Geral,
nessa segunda-feira (1º), pelo repórter Carlos Alberto, revelava, com
base em depoimentos da área médica, que a variante da Covid está na
Grande Fortaleza desde o início de janeiro.
O Secretário de Saúde do Estado, Dr. Cabeto, descartou, ao ser
questionado sobre o assunto, que tenha sido diagnosticado a variante do
coronavírus em pacientes internados em hospitais de Fortaleza.
O vai e vem de passageiros – inclusive pessoas infectadas com
Covid-19, entre cidades da Região Norte, especialmente, do Estado do
Amazonas, e Fortaleza, era um indicativo de que o coronavírus, com a
nova variante, se espalhou ainda mais em solo cearense.
As ações anunciadas pelo Governador Camilo Santana eram esperadas
desde o início da última semana de janeiro, mas acabaram sendo
proteladas por, pelo menos, 10 dias, e, nesta terça-feira, as restrições
caíram como surpresa na vida de milhões de moradores da Região
Metropolitana de Fortaleza.
As autoridades sanitárias já trabalhavam com esse quadro de
agravamento da saúde que exigia as medidas oficializadas pelo Chefe do
Executivo Estadual. A ausência da máscara e as aglomerações vistas com
frequência em cidades do Interior e da Grande Fortaleza contribuíram, de
forma determinante, para o surgimento de novos casos da Covid-19, o que
provocou um aumento significativo na ocupação de leitos das redes
pública e particular de saúde.
ESTADO DE CALAMIDADE
O Governador Camilo Santana anunciou, ainda, o envio à Assembleia
Legislativa de uma mensagem com a prorrogação, por mais seis meses, do
estado de calamidade pública no Ceará, o que permite ao Governo do
Estado a execução de gastos sem observação da Lei de Responsabilidade
Fiscal. Os Municípios serão beneficiados com essa medida porque terão,
também, a decretação, pela Assembleia Legislativa, da situação de
calamidade.
Os gestores municipais ficarão com menos amarras para realizar
gastos, compras e contratação de serviços considerados essenciais no
combate à pandemia da Covid-19 sem seguir as regras estabelecidas na Lei
de Responsabilidade Fiscal. A iniciativa do Governo do Estado deverá se
repetir em outros estados brasileiros o que poderá forçar o Governo
Federal a adotar medidas de assistência aos desempregados ou aos
trabalhadores sem renda e aos estados e municípios.
A volta do auxílio emergencial, diante de uma nova onda da pandemia,
entra com mais força no debate do Congresso Nacional e pressiona o
Governo Federal a instituir programas que evitem o empobrecimento ainda
maior da população mais vulnerável que, com a Covid-19, perdeu renda e
enfrenta dificuldades para pagar as contas e se alimentar.